quinta-feira, 30 de abril de 2009

CredConstrução na Revista Exame!




















O Cred continua com seu crescimento explosivo e apareceu na Exame!

Amanco encontrou uma forma diferente de enfrentar a crise: ajudar os milhares de lojistas que distribuem seus produtos a vender mais.

Os lojistas dependiam do crediário para financiar compras dos consumidores. Com a crise, os bancos apertaram as condições e a taxa de aprovação do crediário caiu muito – hoje apenas um entre três clientes consegue crédito. Isso afetou as vendas das lojas, muitas tiveram até que voltar ao fiado para não perder vendas.

A Amanco estudou profundamente o segmento e montou um cartão com várias inovações para as lojas. O grande diferencial é que ele aumenta as vendas da loja. Ele tem a maior aprovação do mercado, aprovando cerca de dois terços dos clientes. O lojista tem acesso a todas as informações dos clientes e ferramentas exclusivas de CRM, que ajudam ele a aprofundar o relacionamento com o cliente e gerar vendas repetidas. E a Amanco cria um relacionamento individual com cada vendedor da loja através de ferramentas web 2.0. (fórum, páginas pessoais, jogos interativos).

Em poucos meses de operação, o cartão chegou a 1.200 lojas implantadas e já tem mais 500 aguardando implantação. Foram emitidos 56.000 cartões e esse número vem crescendo 25% por mês.

A única condição para a loja ter acesso ao cartão é vender produtos Amanco. Mas o cartão pode financiar compras de qualquer produto.


domingo, 26 de abril de 2009

Cred no II Seminário de Estratégias de Negócio para Baixa Renda do IQPC!

O case CredConstrução foi apresentado no II Seminário de Estratégias de Negócio para Baixa Renda do IQPC em SP!

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Anotações da National Retail Federation Convention 2009!

Parabéns ao Mauro Napolitano e a toda a equipe, a convenção da NRF foi um enorme sucesso comercial para a Amanco, junto aos lojistas convidados e junto a todo o resto da delegação brasileira!

As palestras também tiveram alguns pontos interessantes – atendendo a pedidos, segue um resumo do que anotamos, qualquer complemento de outros participantes é sempre muito bem-vindo.














2009 DEVE SER O PIOR ANO DA HISTORIA PARA O VAREJO AMERICANO

  • 95% dos consumidores dizem que já estão fazendo sacrifícios
  • 63% acham que começa a melhorar só a partir do quarto trimestre
  • 67% acham que poderia levar 3 anos para voltar a ter confiança e gastar como antes.

O CLIENTE ESTÁ MUDANDO COM A CRISE

  • Volta à simplicidade – e não será temporária – “cheap is chic”
  • Embora em alguns segmentos preço ganhe importância, em outros curiosamente a ansiedade faz que o cliente procure a confiança de marcas conhecidas - estudo da IBM mostra grande crescimento em dois segmentos:
    • Advocates (fanáticos, os mais valiosos) – quase dobrou, chegando a 38% - querem Qualidade, Experiência de compra, Conveniência.
    • Shifters (mudando de varejista, mais jovens) – subiu para 30% - querem Preço/promoção, Conveniência, Sortimento - 40% deles se transformam em advocates de um novo varejista.
  • Muitos falaram que mais que nunca é importante defender as marcas.

A GERAÇÃO MILLENIAL (<30 anos) ESTÁ ENVELHECENDO E CRESCENDO

  • Metade dos usuários do Youtube já têm mais de 34 anos - o número de vídeos online vistos por mês atingiu 12 bilhões
  • 40% de todas as mulheres que tiveram filhos este ano já têm perfil online (MySpace/Facebook/Orkut, etc) – no total, 86m têm perfil online nos EUA, 3m têm Twitter
  • 20% das buscas do Google a cada dia são novas, nunca antes buscadas

A GERAÇÃO MILLENIAL É REALMENTE MUITO DIFERENTE

  • Foco em compartilhar, colaborar, avaliar, conectar-se - “tribos”, comunidades de interesse para cada tema.
  • A web (multi-canal) passa a ser fundamental - Em 2012, 50% de todas as vendas influenciadas de alguma forma pela web
  • Cada vez mais as pessoas são sedentas por informação – 77% dos compradores online lêem opinião de outros usuários
  • Americano típico vai passar 5.4 anos online, 48% do seu tempo de lazer
  • Sua marca não é mais o que você diz – é o que o Google diz – 25% do conteúdo online das 20 maiores marcas é gerado por usuários
  • Curiosamente, ao comprar, os jovens visitam poucos sites – valorizam entrega grátis, fácil devolução

O CELULAR É O NOVO PC

  • 75% dos adolescentes já têm celular nos EUA, 96% no Japão
  • A maior parte do tempo dos adolescentes online é fora de casa (maioria celular)
  • No Japão já são feitos 600.000 pagamentos por celular por mês

BRANDING É COMO RELIGIÃO

  • O autor do livro Buyology analisou a imagem do cérebro de 2.000 compradores e achou que as áreas que se iluminam com marcas como Apple, Ferrari, Harley Davidson são as mesmas que as de religião.
  • Também achou que 85% da decisão de compra não é racional, e mostrou o case de cigarros, cujo consumo cresceu 13% nos últimos quatro anos. O que as empresas podem fazer para influenciar o consumidor, em ordem crescente de eficácia:

1. Rituais (ex: tomar cerveja Sol com limão)

2. Merchandising em outros produtos

3. Imagens subliminais – ex: pedaços, cores do logo e outros símbolos (Marlboro, McDonald’s)

4. Advertência – curiosamente aumenta o desejo pelo produto!

5. Patrocínios – ex: Formula 1 (Stock Car?!)

  • Também falou do poder do cheiro e da música que são muito fortes para persuasão inconsciente.

O BRASIL ENTROU NO MAPA

  • Estimamos que quase 20% dos presentes nas palestras eram do Brasil (total 560 participantes brasileiros)
  • Falou-se bem do Brasil em várias palestras (antes não se falava)

NOVIDADES NA FEIRA

  • Tema comum - Cliente interage, se diverte e trabalha para o varejo. Grandes telas ou mesas tipo iphone para simular, comparar, escolher.
  • Várias “pontes” entre o celular e a loja
    • Snap it – código de barras colorido, ao tirar uma foto o celular vai direto para a página web com mais detalhes do produto
    • MMS – cliente na loja envia um SMS com um código, recebe um MMS (SMS com multimidia) com mais detalhes e cupom de desconto personalizado
    • Celular envia sinais para a gôndola (cliente tem que fazer opt-in), registra fluxo dos clientes, dispara informações e cupons
  • Carteiras eletrônicas – Celular armazena todos os cartões de crédito, pode fazer compra passando perto do POS (sem contato).

CONCLUSÃO - PRIORIDADES DAS EMPRESAS 2009 (Deloitte)

  • Geral: Cliente no centro de tudo, Defender marca, TI estratégico para reduzir custo e aumentar vendas
  • Colaboradores: Produtividade, Experiência de Compra, Motivação
  • Web: Alavancar redes sociais, obter insights mais profundos dos clientes, aumentar personalização e auto-serviço

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

XI Forum Latino-americano de Varejo

Falamos hoje neste grande evento da GS&M sobre a Doutores da Construção, como a Amanco e outras indústrias juntaram forças para ajudar o varejo e os profissionais a terem mais sucesso!

Confira mais informacoes nos sites!
www.doutoresdaconstrucao.com.br

terça-feira, 2 de setembro de 2008

Novo site Doutores e Blog Doutores!

Doutores estreou nova versão do site, feita pela dzigual, ficou espetacular, parabéns a toda a equipe de relacionamento! Se precisar de um profissional qualificado, procure no site: http://www.doutoresdaconstrucao.com.br/

Doutores continua bombando, chegou à marca histórica de 50.000 presenças no ano de 2.008!

domingo, 29 de junho de 2008

Oceano Azul em serviços financeiros

Esta é a segunda parte do artigo que escrevemos para a revista CardMedia, publicado na última edição. A revista inteira agora também está em versão eletrônica, e o Estevam colocou umas fotos muito legais - http://www.bancadigital.com.br/cardmedia/reader2/


Oceano Azul em serviços financeiros

Caro leitor, na última edição falamos das grandes oportunidades que estão se abrindo para você como indivíduo, com as mudanças da nova economia: gargalos de custo desaparecendo, novos modelos de receitas surgindo, e tudo disponível para todos, individualizado, divertido, grátis e sem intermediários.

Hoje vamos falar de oportunidades para sua empresa.

Você já deve ter ouvido falar do livro A Estratégia do Oceano Azul, de Kim e Mauborge. Ele explica que a maior parte das empresas enfrenta grandes dificuldades, com concorrentes cada vez mais agressivos. Essas empresas vivem focadas em lutar pelo seu mercado, atacando os concorrentes, defendendo-se deles, e brigando em custos e preço. Elas estão no Oceano Vermelho, chamado assim devido às lutas sangrentas pelo mercado.

Mas os autores dizem que não precisa ser assim. O mais inteligente é as empresas procurarem uma estratégia Oceano Azul: em vez de focar nos concorrentes, focar em conhecer mais profundamente seus clientes e outras necessidades não atendidas deles. Em vez de focar no mercado existente, criar novos mercados, e capturar a nova demanda. Oferecer combinações inovadoras de valor, sacrificando alguns atributos mas dferenciando-se fortemente em outros, tornando os concorrentes irrelevantes. O livro fala de exemplos como Swatch, Hotéis Formula 1 e Cirque du Soleil.

E em serviços financeiros? Temos exemplos dessa estratégia?

Temos sim. Os bancos também posicionam-se em diferentes combinações de atributos – algumas focam mais em juros baixos, outros em rapidez, flexibilidade, serviço.

Vamos ver aqui três casos de inovadores que desenvolveram atributos surpreendentes, que não estavam no radar de ninguém – taxa de aprovação, simplicidade, conveniência e diversão - e montaram grandes histórias de crescimento e rentabilidade, alinhando seu negócio nesses diferenciais, e ficando em posicionamentos únicos em que os concorrentes não conseguem competir.


Banco Azteca: uma revolução na taxa de aprovação

Como você sabe, os bancos não podem aprovar 100% dos clientes que pedem crédito. Com menos de 10% dos clientes não pagando, já se perderia tudo o que se ganha com os outros.

O problema é que não dá para saber quem exatamente não vai pagar. A maioria dos bancos segue então o caminho mais fácil. Por um lado, usam políticas e modelos que prevêm a probabilidade do cliente pagar. Só que, olhando de perto, esses modelos são bem fracos na sua capacidade de previsão. Por outro lado, usam processos de crédito focados em baixo custo, muitas vezes com análise de cópias de documentos e às vezes verificações telefônicas. Esses processos também são fracos e deixam passar um monte de fraudes.

O resultado desses modelos e processos fracos é que para otimizar sua rentabilidade, os bancos muitas vezes têm que recusar mais da metade das propostas. E isso quer dizer que ficam muitos clientes com as necessidades mal atendidas, especialmente os de baixa renda, que muitas vezes não têm comprovantes, telefone ou histórico de crédito.

Mas vejam só o que faz o Banco Azteca no México. Ele nasceu dentro de um varejista popular, e portanto precisou encontrar uma forma de aprovar o máximo de clientes, especialmente de baixa renda. Com o tempo, aprendeu muito e conseguiu montar um grande diferencial, chegando a incríveis 85% de aprovação. Como ele faz isso?

No México, o Banco tem um exército de cerca de 4.000 agentes de campo. Cada um está fixo em uma área de cerca de 10 quarteirões. Eles são responsáveis por toda aprovação de crédito e cobrança da sua região. Em um dia típico, o agente sai armado com seu PDA wireless com GPS e um roteiro de cerca de 30 visitas. O cliente pediu crédito ontem? O agente em 100% dos casos vai fazer uma visita ‘in loco’. Entra na casa, conhece a família e anota no seu PDA a resposta a algumas perguntas bem diferentes de um score tradicional - se o chão é de cimento, que dizem os vizinhos dele, etc. Essas respostas alimentam um modelo de score proprietário aperfeiçoado ao longo de muitos anos. E o modelo permite aprovar até clientes com restrição de crédito, com uma taxa proporcional ao risco de crédito. Além disso, para evitar fraudes e facilitar a cobrança, o banco tira foto do cliente e captura a digital dele.

As famílias apreciam esse contato pessoal e a grande chance de aprovação. E o banco usa muito bem dois outros diferenciais – informação e incentivos. As famílias sabem que se não pagarem terão visita com muita facilidade. E sabem que se pagarem terão mais crédito e menores taxas no futuro. Por outro lado, como o agente também faz cobrança, passa a conhecer muito bem a região e suas particularidades, e monta uma rede informal de informações e pressão que resulta em baixíssimo índice de fraudes e de inadimplência.

Neste modelo, o banco teve que sacrificar algumas coisas que são padrão nos concorrentes - ele não tem aprovação instantânea, e tem custos maiores. Mas, em compensação, teve um crescimento muito maior que os concorrentes – em cinco anos seu crescimento foi de cerca de 2.000%, e o banco está rapidamente ganhando mercado nos cinco países em que entrou recentemente.


ING Direct: simplicidade radical

Você já pensou quanto tempo gasta administrando o seu dinheiro no banco? Temos que administrar os saldos das aplicações para que a conta corrente não fique negativa, mas às vezes acontece o absurdo de entrarmos no cheque especial e pagar juros mesmo quando temos dinheiro investido (e pagando bem menos) em outra conta no mesmo banco. Além disso muitas aplicações não tem liquidez imediata, precisa esperar alguns dias ou pagar multa para tirar o dinheiro.

Por outro lado, temos que pagar um monte de tarifas, para pagar os custos operacionais dos bancos terem agências e processos manuais.

Entra em cena o ING, um banco holandês que após dominar o seu país, queria entrar na América do Norte. Mas seria muito caro começar a montar uma rede de agências. O que fez o ING? Montou uma proposta de valor inovadora, focada em simplicidade.

A primeira parte é que o cliente tem uma conta unificada, com um rendimento muito competitivo para qualquer saldo – entre 80 e 150% da Selic local, e liquidez imediata. E ainda por cima, sem a maioria das tarifas que os concorrentes cobram.

A segunda parte é que é tudo via internet. O banco não tem agências. O cliente leva só cinco minutos para abrir a conta na internet e depois faz tudo pela internet ou com seu cartão em caixas automáticos. No entanto, tem excelente serviço – toda ligação ao call center vai diretamente a pessoas de carne e osso.

Aqui o banco também teve que sacrificar outras coisas que são padrão – não tem ganhos com conta corrente e tarifas. Mas em compensação oferece grande simplicidade e transparência, e uma proposta muito adaptada a um nicho de “clientes de baixa manutenção”, que concorrentes estabelecidos não conseguem replicar.

O resultado? Começando do zero, este banco holandês em apenas sete anos já juntou seis milhões de correntistas e se tornou um dos 20 maiores bancos dos Estados Unidos!


Commerce Bank: conveniência e diversão radicais

Este é um diferencial no outro extremo. Este banco viu que os bancos tradicionais estavam focando em cortar custos, fechando agências, despedindo pessoas e piorando o serviço, e viu que havia um grupo de clientes descontentes com isso. Então ele decidiu ir radicalmente no sentido oposto, abrindo centenas de agências, e com excelente serviço.

São agências muito diferentes, mais parecem lojas do McDonald’s. Estão abertas sete dias por semana, geralmente desde as oito da manhã e às vezes até a meia-noite. Os empregados se revezam para cumprimentar os clientes na porta, às vezes disfarçados, e oferecem pirulitos e brindes como canetas. Clientes que abrem contas recebem um cartão manuscrito de agradecimento do empregado. Cachorros não apenas são bem-vindos, até ganham biscoitos.

A gestão está bem azeitada, com mistery shoppers constantes e incentivo dos empregados ligado não ao número de produtos que eles vendem, e sim a pesquisa de satisfação dos clientes.

Aqui o banco também sacrificou eficiência em relação aos concorrentes, mas conseguiu uma proposta muito adaptada a um nicho que valoriza muito o diferencial de conveniência e serviço. O resultado? Até pouco antes de ser vendido, no ano passado, foi um dos maiores cases de crescimento e rentabilidade dos Estados Unidos. Em um mercado maduro e competitivo, o valor de sua ação subiu 2.000% em dez anos!


O que você está esperando? Pense em como inovar e criar diferenciais na sua empresa. Conheça profundamente seus clientes, o seu dia-a-dia, os atributos que eles valorizam, e esteja atento a necessidades mal atendidas. Se sua empresa não puder montar diferenciais, e ficar “no meio da mesmice”, brigando em preço, ela não tem um futuro lucrativo!

terça-feira, 10 de junho de 2008